


Educação, História, Política,Promoção da Igualdade Racial, São Pedro da Aldeia - Rio de Janeiro, Brasil.
Sempre que se aproxima o dia das mães, mensagens de felicitações inundam nosso cotidiano e, acabam banalizando a real necessidade da data. Ao contrário do que a indústria de entretenimento e o comércio falam, o Dia das mães é uma data que precisa ir além do simples ato de dar presentes. Mas, uma data onde é preciso reconhecer nossa dependência das mulheres para a construção da sociedade.
Na noite do último sábado, leitoras do Serjão.net promoveram um jantar em homenagem ao Dia das Mães.
O jantar foi acompanhado pela apresentação da cantora e compositora Gabriela Chaffin e do músico Thiago Aguiar. A dupla relembrou grandes sucessos da música popular brasileira e de baladas românticas internacional.
Creuma Chaffin deu um tom sofisticado a festa ao apresentar os novos produtos desenvolvidos para melhoria da vida da mulher. Realizou vários sorteios.
A noite contou também com a participação do pré-candidato a prefeito pelo Partido dos Trabalhadores, Claudio Chumbinho que relembrou a necessidade de se valorizar a mulher aldeense.
O professor Serjão fez sua homenagem a todas as mães afirmando a mulher como peça fundamental na construção da sociedade brasileira.





Fonte: Blog do Fábio Emecê
Não dá para pensar em rodas de conversas sobre política cabofriense sem lembrar da figura do Professor Totonho. Mais difícil ainda é imaginar o que seria de algumas cafeterias na cidade sem a sua figura divertida e simpática. Sempre cheio de estórias da sociedade da Região dos Lagos para contar, Totonho faz seu reduto no Bate-papo Café, estabelecimento situado no Bollevard Canal que ficou famoso justamente pela presença do professor nos fins de tarde. Em seu "point" Totonho vive rodeado de amigos que o procuram para um bate-papo com direito a ótimas risadas sobre assuntos que variam desde os anais da política interiorana até as belas curvas das cabofrienses que por ali circulam encantando os olhos de todos.O vídeo mostra o funcionário público Maurício Marinho, à época chefe de um departamento dos Correios, recebendo suborno de R$ 3 mil. O incidente acabou levando o ex-deputado Roberto Jefferson, cujo partido (PTB) comandava os Correios, a denunciar o escândalo do mensalão.
O ex-prefeito de Anápolis afirma que também teria sido vítima da ira de Cachoeira. Ernani diz que sua cassação, em 2003, foi deflagrada depois que ele desagradou o grupo de Carlinhos Cachoeira. Leia abaixo trechos da entrevista:
Paulo Henrique Amorim: Como foi feita a fita em que um funcionário dos Correios recebe uma propina de alguém que se passava por um empresário do Paraná e estava interessado em uma concorrência dentro dos Correios?
Ernani José de Paula: Essa fita foi produzida pela equipe do Carlos Cachoeira. Que fez essa fita para poder criar uma confusão e ser publicada, como foi. Porque a fita do Waldomiro já tinha sido entregue (à Veja) através de um senador do Mato Grosso e detonou um processo de corrupção dentro do palácio com essa fita do Waldomiro. Então esse processo todo foi criado. E não foi o mensalão, aquela ideia de que a gente tem do mensalão de que todos os deputados receberam todos os meses. Tanto é que isso não aconteceu. Tivemos um ou outro, enfim… Mas pegaram ícones para que pudessem pegar o governo logo em seu início e enfraquecê-lo.
PHA: A versão que existe é de que a fita dos Correios teria sido feita por um empresário, um suposto empresário do Paraná, que queria participar de uma concorrência. Quem fez na verdade a fita dos Correios na sua opinião?
Ernani José de Paula: Na minha opinião foi feito por essa equipe do Carlos Cachoeira.
PHA: Quem?
Ernani José de Paula: O nome não me recordo... São pessoas que saíram do serviço secreto de Brasília, de espionagem, dessa coisa toda, e estão aposentados, sem ter o que fazer, ficam espionando a vida de todo mundo.
PHA: Essa reportagem descrevendo esse esquema de corrupção e essa propina dos Correios foi publicada na revista Veja por um jornalista chamado Policarpo. O senhor sabe se o Policarpo tem ligações ou tinha ligações com o Carlinhos Cachoeira?
Ernani José de Paula: Eu o encontrei uma vez dentro de sua empresa em Anápolis chamada…. (Vitapan), uma indústria farmacêutica ali no distrito agroindustrial.
PHA: O senhor encontrou o Policarpo em uma empresa do…
Ernani José de Paula: Do Carlinhos Cachoeira, sim. E o Carlinhos Cacheira disse que ele tinha vindo para conversar com ele. Eu me retirei. Fui embora. Eu perguntei quem era. Ele falou quem era.
PHA: Que ligação o Carlinhos Cachoeira tem com o senador Demóstenes Torres?
Ernani José de Paula: Eles são bastante amigos e hoje, me parece, sócios, né. Porque tudo o que a imprensa tem dito. As fitas gravadas, os recursos. Enfim. Parece que aí há uma sociedade deles.
PHA: Existe a versão de que o senador Demóstenes era candidato a um cargo muito importante, o cargo de secretário nacional de Justiça, no Ministério da Justiça, no governo Lula, e que esse cargo daria a ele a oportunidade por exemplo para lutar pela legalização do jogo no Brasil…
Ernani José de Paula: Exatamente. Como lutou. Teve um trabalho no Congresso nesse sentido.
PHA: E ele não foi aceito para ocupar essa função?
Ernani José de Paula: Não. Essa negociação política, eu fiquei sabendo de bastidores, até por um deputado federal lá do meu estado. Ele (Demóstenes) estava cotado, e estava muito chateado porque teria de sair do partido (PFL), se tornando aí uma pessoa importante, um novo líder, talvez. … E depois isso esfriou e não andou e aquela coisa toda… Então veio ali do Palácio, da Casa Civil, algum tipo de veto, alguma coisa que incomodou ou deixou esse pessoal incomodado. Porque era um cargo importante, né.
PHA: Nessa interpretação, o senador Demóstenes estaria, nesse episódio dos Correios, se vingando do veto do Zé Dirceu?
Ernani José de Paula: Claro, claro. Você vê, eles estavam juntos desde o início, nós estamos sabendo pela imprensa, pelas escutas da Polícia Federal. Não tenha dúvida de que nós tivemos aquele varejo, nós tivemos a parte política que deu o start, no Congresso, no Senado, nós tivemos a mídia, e depois tivemos outras pessoas que foram acionadas de acordo com a necessidade para dar andamento e crescimento nesse tal do mensalão, nessa CPI.
Com informações do Conversa Afiada
Hoje Dia Internacional contra a Discriminação Racial. Num momento em que vivemos ataques raciais diários em nosso país e em todo mundo...