sábado, 8 de outubro de 2011

Onde vai parar Alair Correa?

Alair larga Dornelles e o PP de mãos abanando e recorre a Garotinho do PR

O veterano ex-deputado e ex-prefeito Alair Francisco não para quieto. Depois de toda aquela festa e promessa de fidelidade ao senador Francisco Dornelles, no PP, está saindo de mala e cuia rumo ao PR. O senador Dornelles entrou bem e foi traído pelo ex-deputado. O que o ex-deputado vai inventar para explicar mais esta?

MAIS UMA MUDANÇA DO CHEFINHO

A mídia alairzista tem cólicas fascistóides e cada vez mais se perde no bunker do seu gueto cada vez mais restrito. Sua linguagem não respeita nada, muito menos a opção religiosa. É um pastiche do “chefe”, que sempre teve o hábito de usar outros para dizer o que não tem coragem ou interesse de falar com a própria boca. Como a mídia alairzista explicará mais uma mudança do chefinho?

Fonte: www.jornaldototonho.com.br

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O que diz TCE paulista sobre as OSs.

TCE paulista diz que as OSs são deficitárias e menos eficientes do que a administração pública da saúde.

Carta Capital nº 664 - Por Soraya Aggege.

A gestão da saúde pública por organizações sociais (OSs), adotada pelo governo paulista e que tem servido de modelo para outros estados, pode custar mais caro que o sistema da administração direta e apresenta alguns efeitos negativos na qualidade dos serviços. É o que demonstra um estudo produzido pelo Tribunal de Constas do Estado (TCE) de São Paulo, que compara os dois métodos de administração. Apesar dos pontos negativos , o modelo ser adotado no Rio de Janeiro. O sistema foi aprovado na terça-feira 123 pela Assembléia Legislativa fluminense.

O estudo do TCE paulista, do conselheiro Renato Martins Costa, compara seis hospitais estaduais semelhantes nos espectro dos dois modelos diferentes, ou seja, geridos por OSs e pela administração direta do governo. O relatório não partiu de uma auditoria nem teve como meta definir qual o melhor modelo, mas apenas avaliar a situação paulista. As conclusões, porém, são relevantes. Fica claro, por exemplo, que os custos das OSs são mais altos, os doentes ficam mais tempo sozinhos nos leitos, a taxa de mortalidade geral é maior e que há uma ampliação da desigualdade salarial entre os trabalhadores. Enquanto os chefes ganham acima da média, os escalões inferiores recebem menos que seus pares dos hospitais geridos pelo estado.

Para ter uma idéia, do ponto de vista do resultado econômico, os hospitais analisados custam 60 milhões de reais a mais nas OSs do que nas gestões diretas – uma variação de 38,52% de menor eficácia. Outro exemplo significativo: o custo do leito por ano nas OSs foi 17,6% maior do que nos hospitais da administração pública.

Ainda com relação ao custo, um estudo complementar feito pela bancada do PT da Assembléia Legislativa de São Paulo mostra que nos primeiros quatro meses de 2011 o déficit das OSs chegou a 15 milhões de reais. Dos 21 hospitais de OSs paulistas, nove tiveram déficits de até 43%. Alguns deles, inclusive, podem chegar à falência, como os de Pedreira, Grajaú e Itapevi, de acordo com esse estudo. Também foram identificadas reduções nas quantidades de atendimentos públicos. “A falta de controle social alimenta o rombo que as OSs provocam nos cofres do estado, além de precarizar o atendimento à população”, avalia o estudo da bancada.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Movimento Negro de São Pedro da Aldeia se reune.

Reunião do Movimento Negro SPA...


Aconteceu nesse sábado (01/10/2011), no C. E. Dr. Feliciano Sodré a Reunião do Movimento Negro (Movimento de Resgate da Consciência e Cultura Negra de São Pedro da Aldeia - MRCCNSPA).

A Reunião presidida pelo Sr. Heber Norberto foi um sucesso e contou com várias personalidades marcantes no município. Esse grande evento teve por objetivo a ampliação da visibilidade, divulgação e busca de parcerias (entre os presentes) na grande luta pela Promoção da Igualdade Racial no município, bem como, a de fiscalizar os órgãos públicos e instituições particulares com relação as Leis pertinentes as conquista ainda do governo Lula.

Há de se ressaltar o belo trabalho que o Sr. Heber e seus Companheiros estão fazendo a frente do Movimento Negro.

A Comunidade Negra Aldeense se orgulha da representatividade que vem tendo através desses ilustres companheiros...

Mas não pensem que a "causa" é só deles...

Façam parte também...

Vamos lutar juntos por nossos direitos...

fonte: www.spadeloucos.blogspot.com

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Noticias Rápidas!!

Larga o osso!!

Rosinha Garotinho conseguiu liminar e está no cargo até o julgamento do mérito. Segundo informações não seguras, o Juiz se apressou em conceder a liminar com mede de vê-la atrás das grades. É que a prefeita disse que só largaria o “osso” algemada.

Vale quanto pesa.

O ex-prefeito e ex-deputado Alair Correa, rasgou o verbo, acusou Marquinho Mendes no programa da Iva Maria de ter pago uma pequena fortuna ao PSC para receber como filiado seu tio Acyr Rocha no partido. Será que alguém do PSC cabofriense tem coragem de nos esclarecer isso?

New Iguaba Grande

Em Iguaba Grande, tudo caminha para a polarização dos pré-candidatos a prefeito do PMDB e do PSDB, porém, rumores da capital carioca de que o PSB e PT caminharão juntos.

New Iguaba Grande II

Tirando o sono dos prefeitáveis. As pesquisas de intenção de votos para o pleito de 2012, tem tido uma curiosidade. É que insistentemente tem figurado nesse espaço um nome estranho ao “ninho”. Sempre que a pesquisa acontece, um novo nome no cenário político iguabense cresce, é o nome de Marcelo do regional, ou para os íntimos “Marcelo treme treme, ou pisca pisca”. O pré-candidato a prefeito de seu partido, Hugo Canelas diz que graças a Deus (Paulo Melo), o menino está em meu partido. Cuidado Hugo, se o bolo crescer, todos vão querer.

Aldeia News

Uma enormidade de pré-candidatos a vereador surgiu no cenário para esquentar a cabeça dos pré-candidatos a prefeito. Conversei com alguns deles e a reclamação é a mesma, “os caras só sabem pedir, até parecem filhos de cego”.

Farinha neles!

A Prefeitura de Cabo Frio, realizará nos dias 7, 8 e 9 de outubro a quarta edição da Festa da Farinha e da Mandioca. O evento rural, que acontecerá na Praça Botafogo, localizada no bairro de Botafogo, contará com shows musicais, artesanato e grande variedade de pratos típicos à base dos produtos que dão nome ao evento.

Festa da democracia.

O PT de Cabo Frio está em lua de mel com a direção estadual do partido, segundo seu presidente, o engenheiro Jozé Marco em reunião o diretório estadual do PT, voltou atrás em sua decisão e aceitou as filiações de Gil da Praia do Siqueira e de Brás Enfermeiro, porém, sem a certeza da reverção do caso, Brás Enfermeiro, "meteu o pé", e foi para o PMDB, partido que também tirou do PT a advogada Margareth Ferreira segundo Ademilton Ferreira.

Terra a vistaaaaaaaaaaaaaa!!

Aconteceu no sábado passado 10 horas da manhã, na Maria Joaquina - parte da Rasa que pertence ao Segundo distrito de Cabo Frio- a entrega das Certidões da comunidade Quilombola da Maria Joaquina e da Maria Romana. Parabéns aos Quilombolas pela conquista de mais essa luta.

Corrente partida.

Em São Pedro da Aldeia, o pré-candidato a prefeito do PSDB, veio cheio de gás de uma reunião com sua estadual, tudo porque ouviu de um líder que ele já tinha uma aliança pronta a seu favor, que seria o PSDB, DEM e o PPS. Ao chegar em São Pedro, procurou os aliados e ouviu o seguinte: “bem existem momentos da vida que não podemos ouvir a voz que vem do alto, por conta disso estamos com Chumbinho”.Procurou o outro e falaram para ele:” verdade, lá em Brasília estamos juntos, aqui Carlindo é a melhor solução”. O pré-candidato saiu com ar de quem comprou e não levou.

Dança das cadeiras

Ainda em são Pedro da Aldeia, os vereadores com medo de concorrência votaram para a manutenção do número de dez vereadores na Câmara. Inclusive o vereador do PT, contrariando orientação de seu partido que defede o número máximo de cadeira, e agora PT? mas, a dança não é somente por aí, o canhão ouviu nos corredores da câmara que em reunião secreta os vereadores avaliam que o melhor para a reeleição deles,,,,,,será um apoio incondicional ao candidato do PT, Claudio Chumbinho....Como diria Professor Chicão: “que meigo” hum hum.

Coisa de Negro

Movimento Negro de São Pedro da Aldeia se reuniu no último sábado com o propósito de expandir suas fronteiras, e divulgar e conquistar mais adeptos para a Luta pela Promoção da Igualdade Racial no município, bem como, a de fiscalizar os órgãos públicos e instituições particulares com relação as Leis pertinentes as conquista ainda do governo Lula. Parabéns a negrada pela iniciativa e coragem de continuar com a LUTA.

Contra mão da História.

Em Armação dos Búzios, o PT está na contra mão. Enquanto em Cabo Frio, São Pedro, e outros municípios da região o PT avança, lá perdem seus filiados mais renomados e que formulam política de forma séria, a última perda foi a do companheiro Julio Medeiro, que de imediato foi contatado pelo PSB e hoje faz parte da comissão executiva do partido. Será que ele ou o PT erraram?

Cheiro de cecê.

Segundo o companheiro Clovis Batebola, o PT de Búzios está debaixo do braço atual presidente, ficando assim com um certo cheiro estranho. Qual a posição do partido diante de toda acusação que pesa sobre a nova executiva. Com a palavra o Sr. Mauro Acerola.

“Mutley, faça alguma coisa, medalha...medalha...medalha rsrsrsrs”

Em Arraial do Cabo, numa discussão pra lá de quente na configuração de uma possível aliança, eis que bate na mesa o vice-prefeito e pré-candidato a vice novamente e diz: “ isso não farão com o PT, se for o caso eu abro mão da vice para que tenhamos uma aliança forte para vereador”. Depois, ao chegar em casa o menino refletiu no que falou e bradou: “ eu mereço uma medalha pela M...que fiz”. Segundo o informante ele está até hoje em tratamento diário com um psicólogo.

domingo, 2 de outubro de 2011

Senador Lindberg Farias da entrevista ao globo.globo.com

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) mandou nesta sexta-feira um aviso à praça: não recuará da posição contrária à redistribuição dos royalties do petróleo, apesar da pressão do governo Dilma. Ele atribui as notas publicadas na imprensa, dando conta de que estaria queimado com a presidente por brigar contra o projeto, à ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, que estaria tentando enquadrá-lo. Presente ao protesto organizado pela família Garotinho, semana passada, em Campos, diz que fará todas as alianças necessárias para rejeitar o projeto. E culpa o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), pelo movimento para tirar recursos dos estados produtores de petróleo, como o Rio.

O senhor teria enfurecido a presidente Dilma ao participar de um ato ao lado de Garotinho e Rosinha, na semana passada, em Campos, contra a redistribuição dos royalties do petróleo. Está arrependido?

LINDBERGH FARIAS: Sou do PT e apoio o governo Dilma com empenho. Mas sou também, antes de tudo, um senador eleito pelo Rio de Janeiro. Minha função constitucional é defender o meu estado. Neste caso (da redistribuição dos royalties), o governo (Dilma) está errando.

Que erros o governo Dilma estaria cometendo?

LINDBERGH: Primeiro, não podemos aceitar o argumento de que o Rio estaria nadando em dinheiro. Se somarmos os royalties com o Fundo de Participação dos Estados (FPE) e o ICMS, o estado tem a quarta pior arrecadação do país. Portanto, é uma acusação injusta.

O resultado é ruim porque o estado arrecada mal?

Tenho em mãos um estudo demonstrando que, dos R$ 115 bilhões arrecadados pela União no Rio de Janeiro, apenas R$ 14 bilhões retornam para o estado. A diferença é grande demais

LINDBERGH: O problema é outro. Tenho em mãos um estudo, assinado pelo economista José Roberto Afonso, demonstrando que, dos R$ 115 bilhões arrecadados pela União no Rio de Janeiro, apenas R$ 14 bilhões retornam para o estado. A diferença é grande demais. Recebemos um dos piores repasses do país. O governo federal perde a chance de liderar um debate sobre a questão federativa.

Por que o Rio recebe tão pouco?

LINDBERGH: Em 1989, quando o fundo (Fundo de Participação dos Estados) foi instituído, o então presidente José Sarney lançou uma lei que definiu os critérios de distribuição do fundo, estabelecendo as alíquotas de cada estado. O critério foi meramente político, um escândalo. O Maranhão, por exemplo, ficou sendo o segundo maior beneficiado. Agora, depois que o Supremo acolheu uma ação direta de inconstitucionalidade contra esse modelo, o Congresso Nacional terá de decidir a questão até 2012.

O senhor acha que esse assunto poderá aprofundar as divergência entre os estados brasileiros?

LINDBERGH: Os dois debates não podem estar dissociados. E, se o governo não agir, teremos uma crise federativa, que é a pior coisa do mundo para a democracia.

Mas o que pode ser feito para evitar a crise entre os estados?

LINDBERGH: O governo federal precisa chamar para o diálogo os governadores, senadores e deputados federais. Precisa discutir os royalties, o fundo, a guerra fiscal dos portos e as dívidas estaduais.

Dívidas estaduais? Por que incluir esse assunto na pauta?

LINDBERGH: Enquanto empresta a juros subsidiados para os empresários, o governo federal cobra taxas de até 20% sobre as dívidas dos estados. Sendo assim, o governo está lucrando com o endividamento. Não pode ser assim. A arrecadação está cada vez mais concentrada nas mãos da União. E ainda estão querendo tirar mais. Isso nos coloca no caminho da guerra federativa. No caso da redistribuição dos royalties, estão tentando repetir a fórmula criada por Sarney em 1989.

Eu aponto o próprio senador Sarney. Mais uma vez, o Maranhão sairá ganhando com isso. É uma agressão federativa

Quem está tentando?

LINDBERGH: Eu aponto o próprio senador Sarney. Mais uma vez, o Maranhão sairá ganhando com isso. É uma agressão federativa.

Ao se rebelar, o senhor não põe em risco a sua atuação no PT e na base de apoio ao governo?

LINDBERGH: Vou repelir com veemência qualquer tentativa de me intimidar. Continuo apoiando o governo Dilma, como sempre fiz, mas é meu dever lutar pela defesa dos interesses do Rio. Para isso, farei todas as alianças que foram necessárias. Tenho conversado com Aécio Neves (PSDB-MG) e Demóstenes Torres (DEM-GO). O governo terá de entender que não há como aprovar um projeto assim sem o risco de enfrentar uma grande mobilização.

O senhor espera a adesão da população fluminense à campanha contra a redistribuição?

LINDBERGH: Espero muito. A população sabe que temos, no Rio, muitos problemas a resolver. Jogos Olímpicos, Copa do Mundo, Saúde, pacificação das comunidades. A polícia, por exemplo, precisa contratar mais gente e melhorar os salários. Por isso, não podemos aceitar que nos tirem arrecadação.

Não indiquei ninguém para cargos federais. Se disseram que indiquei, podem demitir. Não tenho medo de ameaça

O senhor espera retaliações por parte do governo?

LINDBERGH: Não indiquei ninguém para cargos federais. Se disseram que indiquei, podem demitir. Não tenho medo de ameaça. Aliás, tenho certeza de quem está por trás das notas a meu respeito.

Quem seria o responsável?

LINDBERGH: A ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais).

O senhor conta com o apoio do governador Sérgio Cabral.

LINDBERGH: Converso com Sérgio Cabral quase diariamente. Nessa questão, não dou um passo sem antes falar com ele. Também tenho conversado muito com o senador Francisco Dornelles (PP-RJ).

O senhor teme que, ao se rebelar, seja acusado de estar de olho nas eleições de 2014?

LINDBERGH: Estou fazendo o meu papel constitucional de senador. O Rio tem muita pobreza. Não podemos abrir mão dos nossos direitos. Que pacto federativo é esse? Estou convencido de que estão tentando cometer uma injustiça com o Rio.



Dia Internacional Contra a Discriminação Racial!

Hoje Dia Internacional contra a Discriminação Racial.  Num momento em que vivemos ataques raciais diários em nosso país e em todo mundo...