segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Escola Municipal Quilombola Dona Rosa Geralda da Silveira, comemora o Mês da Consciência Negra!

COMEMORAÇÕES DO MÊS DA CONSCIÊNCIA NEGRA SÃO ENCERRADAS EM ESCOLA QUILOMBOLA

Por Renato Silveira em 26/11/2018
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      A Escola Municipal Quilombola Dona Rosa Geralda da Silveira, em Botafogo, Zona Rural de São Pedro da Aldeia, encerrou com festa as comemorações do mês da Consciência Negra. Estudantes, professores, familiares e comunidade reuniram-se para homenagear Zumbi dos Palmares através de trabalhos de pintura, artesanato, dança, penteados afros, maquiagem, entre outras atividades.


     A diretora da primeira escola quilombola municipal do Estado, professora Ana Rogéria Arruda, explicou que a festividade realizada no mês da Consciência Negra é a culminância do trabalho realizado durante todo o ano, quando o aprendizado específico da comunidade  escolar é colocado em prática.


     "É o momento onde a comunidade escolar mostra o seu diferencial, com o aprendizado de suas raízes, da importância da cultura de seus ancestrais. É um dos momentos mais importantes do ano", explicou.


     O diretor de Políticas Públicas de Igualdade Racial, Sérgio dos Santos, conta que essa festa anual da Escola Quilombola do município mostra o seu diferencial.


    "Existe toda uma razão e metodologia para o funcionamento de uma escola quilombola e nesse momento, todo o conhecimento da cultura afro-brasileira é apresentado pela comunidade escolar", afirmou.


      O mais antigo morador do quilombo de Botafogo, João dos Santos, lembra da luta para a implantação desta escola no bairro.


     "A maior parte dos estudantes do bairro tinham de ir estudar na parte de Cabo Frio. Hoje, temos essa bela escola, que resgata nossas raízes, preservando assim o conhecimento de nossos antepassados",  disse ele.

O Brasil é um país racista?


          Na semana passada dia 28 de novembro de 2018, pela manhã fomos convidados pela coordenação e o Professor Marcos Salaibe do CIEP-262 no bairro Porto do Carro em São Pedro da Aldeia – RJ para uma palestra, voltada para as comemorações do mês da consciência negra. Com o tema, “O Brasil é país racista?”. Abordamos os quase quatrocentos anos de escravidão do Brasil, a resistência do povo negro nesse período.

         A legislação pré “abolicionista”. Falamos sobre a lei áurea e sua ineficiência no sentido de propiciar liberdade e autonomia ao povo negro. A luta do povo negro brasileiro por liberdade e construção de garantias dos direitos que foram negados por um longo tempo.
             Abolição da escravidão e a falsa liberdade. Conquistou-se a tão sonhada liberdade, mas, onde estavam os direitos? Comer o que? Trabalhar onde? Moradia, qual?  A vida do negro brasileiro não foi muito fácil, como ainda não é. O trabalho que antes era escravizado passou a ter uma relação de profissionais livres, onde essa relação em sua esmagadora maioria não se deu com trabalhadores negros, porém, o Brasil incentivou o processo imigratório europeu, o que não favoreceu aos “ex escravizados”.

       Os imigrantes (Nova força de trabalho) chegaram ao Brasil com direitos (antes negados aos negros), como: terra, comida, direito a herança e uma relação de trabalho onde respeitavam os trabalhadores como gente.  Numa atividade rápida, tivemos o cuidado em despertar nos alunos a curiosidade, o desejo sobre o tema, e assim iniciar um novo ciclo em suas vidas de luta.

          A fisioterapeuta Karla Barreto, falou sobre a saúde da população negra e fez uma dinâmica muito interessante chamada “jogo do privilégio”. Um momento de extrema emoção onde os participantes perceberam que o racismo é uma das relações mais covarde e danosa do mundo, pois faz com que pessoas realmente não consigam ter acesso a determinados serviços ou bens, por conta de sua etnia.

           No final da atividade, os alunos fizeram algumas perguntas respondidas por nós. Foi mais um momento enriquecedor, excitante, pois nos chegaram perguntas muito inteligentes.  Agradecer a coordenação, direção e ao professor Marcos Salaibe pelo convite e também pela recepção que foi muito boa, a participação dos alunos. Acredito que nosso papel é esse, o de levar conhecimento e também incentivar a todas e todos na luta contra o racismo.    

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Mistura do povo Brasil!

Prof. Serjão

Prof. Serjão

Professor, Pós-graduado em História e Cultura Afro-brasileira
Membro do Movimento Negro de São Pedro da Aldeia, Filiado do Movimento Negro Unificado (MNU), Presidente do Conselho Municipal de Igualdade Racial 
A
marca do povo brasileiro é essa pluralidade, povo culturalmente misturado, racialmente miscigenado, que faz dele um dos povos mais alegres do mundo, mais acolhedor, e sempre de bem com a vida. Uma só palavra ou teoria não seria capaz de esgotar todos os processos e experiências históricas que marcaram a formação do povo brasileiro. Marcados pelas contradições do conflito e da convivência, constituímos uma nação com traços singulares que ainda se mostram vivos no cotidiano dos vários tipos de “brasileiros” que reconhecemos nesse território de dimensões continentais.

A primeira marcante e devastadora mistura, aconteceu no momento em que as populações indígenas da região litorânea tiveram contato com os colonizadores do Velho Mundo (Europa). Os interesses de exploração e o distanciamento dos padrões morais europeus, os portugueses engravidaram (varias por estupros), índias que deram à luz nossa primeira geração de mestiços. Fora da dicotomia imposta entre os “selvagens” (índios) e os “civilizados” (europeus), os mestiços formam um primeiro momento do nosso variado leque de misturas.
Algum tempo depois, graças ao interesse primordial de montar indústria açucareira, um grande contingente de africanos foram expropriados de suas terras natais para viverem nas condições de escravizados. Chegando a um lugar distante de suas
referências culturais, familiares, religiosas e de sobrevivência tendo em vista que os mercadores separavam os parentes, os negros tiveram que reelaborar o seu ponto de vista de mundo, com as sobras daquilo que restava de sua terra natal.

O que não significa dizer que eles viviam uma mesma realidade na condição de escravos. Muitos deles, não suportando o trauma da diáspora, recorriam ao suicídio, à violência e aos quilombos (fuga), para se livrarem da exploração e elaborar uma
cultura à parte da ordem colonial. Outros poucos conseguiam meios de comprar a sua própria liberdade ou, mesmo sendo vistos como escravos conquistavam funções e redes de relacionamento que lhes concediam uma vida com maiores possibilidades.

Não vendo fronteira com a esfera de contato entre o português e o nativo, essa miscigenação se deu também a novas veredas com a exploração sexual dos senhores sobre as suas escravas. No abuso da carne de suas “mercadorias fêmeas”, mais uma parcela de inclassificáveis se constituía no ambiente colonial. Com o passar do tempo, os paradigmas complexos de reconhecimento dessa nova gente passou a limitar na cor da pele e na renda a distinção dos grupos sociais.
fonte: https://ocanhao.com.br/blogs-e-colunas/prof-serjao/mistura-do-povo-brasil/

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Papo Quilombola com quilombolas!



 ALUNOS DA ESCOLA M. QUILOMBOLA PARTICIPAM DE RODA DE CONVERSA SOBRE QUILOMBOS


 A Secretaria de Educação de São Pedro da Aldeia, por meio da Diretoria de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial (DIPPPIR), promoveu uma roda de conversa com os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental da Escola M. Quilombola Dona Rosa Geralda da Silveira, localizada no bairro Botafogo SPA. 

A Diretora da E. M. Quilombola, Ana Rogéria Arruda, falou sobre a importância do encontro. 

“Muitos dos nossos alunos não têm esse contato e a escola precisa fazer esse resgate. Eles precisam aprender a valorizar suas raízes, conhecer a história e saber o valor dela para riqueza do Brasil. Através das nossas crianças, alcançamos também os pais, pois eles reproduzem o que aprenderam em sala de aula”, disse.

Ao todo, 29 estudantes participaram da conversa, além da professora da classe.  O encontro foi coordenado pelo diretor da DIPPPIR, professor Sérgio Rodrigues, que falou sobre a história dos negros, da escravidão e sobre os quilombos. 

O objetivo da roda de conversa foi resgatar a história quilombola na vida dos estudantes. Ao final, os alunos fizeram perguntas e tiraram dúvidas sobre o assunto.

"Não tem nada de iluminado no ato de se encolher, pois os outros se sentirão inseguros ao seu redor. Nascemos para manifestar a glória do Espírito que está dentro de nós. E a medida que deixamos nossa luz brilhar, damos permissão para os outros fazerem o mesmo. À medida que libertamos nosso medo, nossa presença libera outros".
Nelson Mandela
 Essa atividade tem que ser difundida em todas as escolas, da rede pública e privada. Devemos debater essa questão da luta de nossos ancestrais por dignidade e por direitos iguais.

A Diretoria de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial, acredita que poderemos ampliar esse debate e convidamos vocês a participarem dessa luta conosco.



 "Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós. Não está apenas em um de nós: está em todos nós. 

E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, libera os outros".

Nelson Mandela














quinta-feira, 16 de novembro de 2017

PREFEITURA ALDEENSE REALIZA CULMINÂNCIA DE PROJETOS ESCOLARES COM O TEMA “400 ANOS DE NEGRITUDE NA ALDEIA”

A Prefeitura de São Pedro da Aldeia, por meio da Secretaria de Educação e a Diretoria de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial, vai realizar nesta sexta-feira (17), às 8h30, a culminância dos projetos escolares e da Dipppir, com o tema “400 anos de Negritude na Aldeia”, no Teatro Municipal Dr. Átila Costa. Os alunos da E. M. Profª Maria da Glória Santos Motta, em Praia Linda, E. M. Francisco Paes Carvalho Filho, no Boqueirão, E. M. Profª Dulcinda Jotta Mendes, no bairro São João, E. Mz. Lucinda Franciscone Medeiros, no Porto do Carro, E. Mz. Retiro, no bairro do mesmo nome, e E. Mz. Paineira, no Balneário, participarão do evento.

De acordo com o Diretor de Políticas Públicas e Promoção da Igualdade Racial, professor Sergio Rodrigues, o evento será a culminância do Projeto "400 anos de Negritude" e tem o objetivo de despertar nos jovens o interesse em conhecer a cultura negra do nosso país e a contribuição da população negra em nossa cidade. “O sentimento de pertencimento da raça negra é fundamental em um país miscigenado. Temos que entender a luz da história do Brasil, o porquê nós negros estamos ainda nessa situação desigual em nossa sociedade. É um trabalho onde a luta contra o racismo e em favor da igualdade racial é a tônica”, afirmou.


Durante a festividade serão expostos os trabalhos das unidades escolares acerca do tema, além de apresentações de dança oriunda do continente africano e desfile da beleza negra, que dará um troféu como premiação. A culminância ainda conta com momentos culturais e com apresentações da Escola de Dança Carlos Eduardo e do grupo Angatú.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

CASA DOS AZULEJOS DE SÃO PEDRO DA ALDEIA PROMOVE EXPOSIÇÃO “UBUNTU – NOSSAS RAÍZES NEGRAS”

Em celebração ao Dia Nacional da Consciência Negra, a Prefeitura de São Pedro da Aldeia vai realizar nesta sexta-feira (17), às 19h, a abertura oficial da exposição “UBUNTU – Nossas Raízes Negras” na Casa dos Azulejos. Realizado pela Secretaria Adjunta de Cultura e Subsecretaria de Turismo, o evento vai homenagear duas grandes figuras da história aldeense: Dona Rosa Geralda da Silveira e Gabriel Joaquim dos Santos. A visitação gratuita vai até o dia 24 de novembro, das 8h30 às 17h.
A abertura contará com apresentações de dança afro e capoeira. Familiares dos homenageados estarão presentes no evento. A iniciativa busca destacar aspectos importantes da cultura afro-brasileira. A exposição apresentará três blocos temáticos entrelaçados de forma a mostrar a importância da contribuição negra na constituição étnica brasileira, da luta do negro com o racismo e o preconceito, além da preservação e celebração da cultura, memória e da história de São Pedro da Aldeia e do Brasil.
Com o tema “Luta e Poesia”, o primeiro bloco homenageará Dona Rosa Geralda, negra, poetisa e primeira mulher farinheira da região. Filho de uma índia e de um ex-escravo africano, a figura de Gabriel Joaquim também será lembrada. O trabalhador das salinas da região idealizou a Casa da Flor de São Pedro da Aldeia, considerada internacionalmente um símbolo da arquitetura espontânea. O bloco II, nomeado Yabás, vai abordar a religiosidade com a exposição de esculturas em concreto, redes e conchas. O negro, a arte e a cultura serão temas do bloco III.
A Casa dos Azulejos está localizada na Avenida São Pedro, nº 159, no Centro da cidade. 


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

São Pedro da Aldeia, na luta contra o racismo.

PREFEITURA PROMOVE REUNIÃO SOBRE CONFERÊNCIA DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL

Por Marianne Rodrigues em 06/09/2017


A Prefeitura de São Pedro da Aldeia, por meio da Secretaria de Educação, realizou a primeira reunião do Conselho Municipal de Programação de Igualdade Racial. O encontro aconteceu na sede da SEMED e teve como objetivo tratar assuntos pertinentes a IV Conferência Intermunicipal de Promoção da Igualdade Racial (COMPIR).

De acordo com o diretor de Política Pública e Promoção da Igualdade Racial da SEMED, Professor Sérgio Rodrigues, essas reuniões são preparatórias para a Conferência, que acontecerá no dia 30 de setembro.  “A plenária que vamos fazer vai tirar as demandas para o município na questão da igualdade racial para serem levadas à Conferência e, assim, unirmos as propostas e demandas das outras cidades”, afirmou. 


Na ocasião, foram abordadas a demonstração da proposta de regimento interno, a eleição da mesa diretora da COMPIR, a divulgação do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial, o indicativo para que o município faça o pedido de adesão ao sistema, além da apresentação dos projetos desenvolvidos pela Diretoria de Política Pública e Promoção da Igualdade Racial (DIPPPIR). Os encontros serão realizados de forma semanal.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

40 anos de MNU - Parabéns e Vida Longa ao MNU!

Em 07 de junho de 1978, nasce no Brasil, um grupo que iria revolucionar a luta negra em nosso país. Com a missão de unificar nossa luta e os negros, essa entidade se mantém firme nesse propósito.  Admiração pela sua independência e ousadia. Movimento Negro Unificado – MNU, é uma instituição de orientação de esquerda, que luta por políticas públicas para toda população brasileira com enfoque no corte racial, por que entende que aqui em nosso país, nós negros fomos sempre invisíveis para o pode público.
Brasil com quase 400 anos de um regime escravocrata (1530-1888), se acostumou a não ver o negro como cidadão, e sim, como coisa, porém, o negro brasileiro não se acomodou e lutou contra o Estado, contra o sistema e contra as elites que insistiam em fazê-lo escravizados e desrespeitar sua condição de ser humanos.
O Movimento Negro Unificado tem esse sentimento de luta e de disputa por espaços onde, o povo negro tenha realmente visibilidade e tenha espaços iguais em nossa sociedade. Segundo o IBGE, somos mais de 50% da população brasileira, porém, no extrato social não nos vemos e por quê? Porque a elite brasileira ainda nos vê como coisas, não querem “conceder” direitos iguais e condições para isso.

Enquanto você existir MNU, sei que a luta por uma sociedade mais justa e igualitária será travada, luta contra o racismo, e você tem uma capacidade tão grande em se reinventar que mesmo quando conseguirmos essa condição, você existirá e falará para nossos jovens de sua luta de 40 anos, nossos avanços, conquistas, decepções e acima de tudo, do quanto é gratificante fazer parte dessa luta com você. Parabéns ao Movimento Negro Unificado – MNU! Vida Longa ao MNU! fotos: divulgação





sexta-feira, 2 de junho de 2017

Depois de ato histórico no Rio, São Paulo terá show com artistas por eleições diretas.

Do Revista Fórum Artistas, ativistas e blocos de carnaval realizam manifestação em forma de show no próximo domingo (4) em São Paulo para exigir a saída do presidente Michel Temer (PMDB-SP) e a realização de eleições diretas como saídas para a atual crise política que atinge o país.
Estão previstas as presenças dos cantores Mano Brown, Criolo, Péricles, Emicida, Tulipa Ruiz, Simoninha, Otto, Maria Gadú, dentre outros, e a participação de cerca de 30 grupos que promovem o carnaval de rua em São Paulo, como o já tradicional bloco Acadêmicos do Baixo Augusta e o bloco Tarado Ni Você, que executa músicas de Caetano Veloso em ritmo de marchinha. O ato SP pelas Diretas Já será realizado no Largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste da capital paulista, a partir das 11h.

O evento ocorre uma semana depois que mais de 100 mil pessoas foram até a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, no último domingo (28), e puderam acompanhar apresentações do próprio Caetano Veloso, além de Milton Nascimento, Mano Brown, Rappin Hood, Mart’nália, BNegão e outros, que cantaram pelas Diretas Já e entoaram coros  pelo “Fora, Temer”. “Vamos ocupar o Largo da Batata com nossa música e nossos estandartes para defender o direito do povo eleger o próximo presidente da república”, afirmam os organizadores em chamado pelas redes sociais.
Eles refutam as articulações de bastidores de parte da classe política que propõe a realização de eleição indireta para eleger o sucessor de Michel Temer, pois ressaltam que o Congresso Nacional, com inúmeros parlamentares envolvidos em casos de corrupção “não tem condições morais de determinar como será o futuro do país.”
“Convidamos a todas e todos que compartilham desse pensamento a se vestirem de Diretas Já conosco para fazermos um ato histórico, digno do espírito democrático e inovador da nossa querida cidade”, convocam os artistas. fonte: www.geledes.org.br fotos: divulgação
Essa é a melhor forma do Brasil se reinventar, precisamos que o povo se mobilize mesmo. Esse momento de crise aguda na política brasileira, ou melhor, momento em que se começou a desnudar os desvios, desmandos, desvios que são cometidos a séculos em nosso país. Acorda meu Brasil!

quinta-feira, 1 de junho de 2017

LGBTFOBIA É TEMA DE SEMINÁRIO NO TEATRO MUNICIPAL DE SÃO PEDRO DA ALDEIA!



São Pedro da Aldeia, primeiro município da Baixada Litorânea a criar uma coordenadoria de direitos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) na Região dos Lagos, foi cenário para a realização do I Seminário sobre "LGBTfobia na Atualidade". O evento aconteceu nesta terça-feira (30), no Teatro Municipal Átila Soares da Costa, e reuniu ativistas, equipes dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) do município e estudantes do curso de formação de professores da Escola Estadual Dr. Feliciano Sodré. O evento foi uma realização da Prefeitura da cidade, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos.


A secretária de Assistência Social e Direitos Humanos do Município, Ester Marques, deu as boas vindas aos participantes e falou do orgulho de ter a secretaria pioneira na região para os direitos LGBT.


“Estamos aqui para aprender com vocês e mostrar que qualquer tipo de discriminação deve ser combatida”, afirmou. O vice-prefeito Mauro Lobo, representando o prefeito Cláudio

Chumbinho, falou sobre a importância do respeito a todos.

“Homofobia é ódio e devemos promover o amor, sem discriminar ninguém por amar alguém, seja homem ou mulher. O respeito é fundamental”, disse.
As palestras foram ministradas pela advogada Tattiana Crispim, que abordou a discriminação nas comunidades Trans; pela assistente social, professora da Universidade Veiga de Almeida, Luiza Cassemiro, que falou sobre o acesso e a garantia de direitos da população LGBT; pelo ex-coordenador do Programa Estadual Rio sem Homofobia e ativista do Grupo Arco Íris, Cláudio Nascimento, com o tema "situação da LGBTfobia no Estado do Rio de Janeiro" e pela pedagoga Sara York, que abordou o bullyng nas Escolas da rede municipal de ensino de São Pedro da Aldeia. Encerrada as apresentações, o encontro foi aberto para perguntas da plateia.
Também estiveram presentes a diretora de Direitos Humanos Alba Guimarães, o coordenador de Públicas LGBT, Vitor Jotha, Karla Barreto, representando a Diretoria de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial, e a coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres, Lívia Guimarães, que mediou o debate. fonte: www.pmspa.rj.gov.br por Renato Silveira em 31/05/2017.

Dia Internacional Contra a Discriminação Racial!

Hoje Dia Internacional contra a Discriminação Racial.  Num momento em que vivemos ataques raciais diários em nosso país e em todo mundo...