domingo, 6 de julho de 2014

E como fica o PDT - Rio de Janeiro?

Como eu já havia previsto em outra oportunidade, aqui no Rio de Janeiro, nem tudo que está escrito e acordado é cumprido. No apagar das luzes e nos últimos momentos para inscrições de candidaturas, o PDT do senhor Carlos Lupi, foi alijado da chapa do PMDB de Pezão.
O senador Francisco Dornelles (PP) foi anunciado como vice na chapa do governador Luiz Fernando Pezão, candidato à reeleição, neste sábado (5), último dia possível de ser feito registro de candidatos às eleições de 2014.
Pezão se reuniu no princípio da tarde deste sábado com Carlos Lupi (PDT), na tentativa de tentar convencê-lo a desistir de se lançar como candidato avulso ao Senado, porém sem resultados. Com isso, o PDT saiu da chapa de apoio à reeleição de Pezão e o deputado Felipe Peixoto, do PDT, deixou de ser o candidato à vice, mas o piris ainda continua na mão.
O lançamento da candidatura independente de Carlos Lupi ao Senado ocorreu após Cesar Maia (DEM), ex-prefeito do Rio, ter sido confirmado integrando a chapa majoritária de Pezão. Lupi teria ficado indignado e declarado que, apesar de resolver se lançar como candidato de forma independente, o PDT continuaria fazendo parte da coligação de apoio ao candidato Pezão.
Fica claro que, é uma retaliação de uma ala do PMDB que ficou descontente com a “desobediência” de Lupi em não retirar sua candidatura avulsa ao senado. A ordem dada não foi cumprida e com isso o PMDB vai destruir ou melhor se vingar da sigla, como? Não deixando nenhum partido se coligar com eles, assim sendo, como os deputados do PDT se reelegerão? Aqui em nossa região dos lagos os que temos do PDT irão sofrer muito para ter uma votação boa e, mesmo assim ficará difícil, pois o partido não tem mais aquilo que chamamos de puxador de votos...Com certeza estão sentindo saudades do tempo em que o partido seguia uma linha ideológica e não essa linha “mercadológica”. Triste fim para o PDT.



sexta-feira, 4 de julho de 2014

Lula fala a jornalistas estrangeiros.

O jornal espanhol El País publicou uma matéria nesta quinta-feira dia 03/07 sobre uma entrevista dada pelo ex-presidente Lula a correspondentes estrangeiros. Durante a conversa, Lula fez questão de mostrar sua preocupação em relação aos jovens, desinteressados com a política. Ele acrescentou que a presidente Dilma Rousseff quer impulsionar uma reforma política e pontuou que a mesma não é necessária somente no Brasil, mas também em outros lugares. “Há muitas coisas podres na política atual. Veja como terminou a Primavera Árabe, ou o que significa que na ONU nem a Índia nem os países latino-americanos estejam representados no mais alto nível”?
O petista disse que está orgulhoso com os primeiros resultados da Copa do Mundo no Brasil. Aproveitou para criticar a imprensa brasileira, que teria feito críticas muito duras. "Estou convencido de que, sem essa imprensa, teríamos tido muito mais turistas" - “As coisas não estão saindo tão mal quanto prognosticavam muitos”.
A reportagem infere que Lula garantiu que o povo do Brasil quer a Copa e, por isso, os protestos se diluíram. "Eu não sou nada refratário aos protestos. Tenho bursite nos dois ombros por causa das pancadas que me deram nos protestos em que eu participei. Mas há um tempo para os protestos e outro para o futebol. E não era justo que o país ficasse sem a Copa por causa dos protestos. Depois, eu vou adorar ter um país que continue se organizando e continue protestando”, assegurou o ex-presidente.
O texto conta que Lula apontou aos jornalistas que o Brasil está solucionando um atraso histórico e que nos últimos dez anos, foram criadas tantas vagas em universidades quanto nos 100 anos anteriores. Ele ainda comentou sobre os congestionamentos: “Entendo que se queixem dos congestionamentos, que haja turistas que clamem contra os congestionamentos. Mas isso significa que muita gente que antes não podia comprar um carro comprou. E há outros brasileiros que até agora não podiam e que já viajam de avião, ou que vão a restaurantes, ou ao cinema. E isso não agrada aos brasileiros de classe mais alta, que antes encontravam tudo só para si”.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Dilma Rousseff - Igual a massa de bolo.

O resultado da pesquisa Datafolha divulgada no final da noite desta quarta-feira (2/7), que aponta para um aumento na vantagem da presidente Dilma Rousseff sobre os dois principais candidatos à disputa presidencial, "A humilhação reelege Dilma" - as vaias proferidas à presidente durante o jogo de abertura da Copa no jogo contra a Croácia no Itaquerão, na verdade, ajudou reverter em pontos positivos para a sua campanha. De acordo com a nova pesquisa do Instituto Datafolha, a petista tem agora 38% das intenções de voto, contra 20% do senador Aécio Neves (PSDB-MG), e 9% do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB). No levantamento de início de junho, Dilma tinha 34%, Aécio, 19%, e Campos, 7%.
"Igual massa de bolo, quanto mais bate, mais cresce".
"A presidenta respondeu o que tinha que responder. Seus sofrimentos no corpo e na vida, sentidos no momento mais duro que o Brasil passou, foram grandes. Mas o sofrimento pela humilhação, representando seu país perante chefes de estado de outras nações, pode não ser respondido apenas por ela, mas também pelo povo brasileiro, na ânsia de defender a nação. A resposta pode vir pelas urnas eleitorais." Setenta por cento das pessoas que estavam na Arena Corinthians naquela quinta-feira (12), eram pessoas ligadas diretamente as empresas patrocinadoras do Mundial. A Presidenta Dilma Rousseff foi xingada por uma elite parceira ou diretamente ligada a estas multinacionais e bancos. 
Dilma Rousseff deve enfrentar um quadro complicado nos principais colégios eleitorais. Em 12 estados, a presidente terá 18 candidatos. Isso acontece devido à aliança com o PMDB. Destes 18, apenas seis lideram as intenções de votos. Sendo que, no Maranhão, o candidato é dividido com Aécio e Eduardo Campos. fonte: www.jb.com.br 

terça-feira, 1 de julho de 2014

Para muitas famílias, "minha casa minha vida" é o reinício da vida!!

Presidenta Dilma na cerimônia: "É um recomeço e é também caminho para o futuro"A presidenta Dilma Rousseff entregou nesta segunda-feira (30) 998 unidades dos Residenciais Zé Keti e Ismael Silva, no Estácio, Zona Norte da capital fluminense, construídos pelo Programa Minha Casa, Minha Vida em parceria com a Secretaria de Estado de Habitação e a Companhia Estadual de Habitação. Eles são destinados a famílias com renda de até R$ 1,6 mil e receberam um investimento de R$ 62,9 milhões do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) - R$ 11,2 milhões são contrapartida do governo do estado. Ao todo, foram quase quatro mil pessoas beneficiadas.
Dilma reforçou ainda a continuidade do Minha Casa, Minha Vida para atender pessoas que ainda não têm casa própria. Ressaltou que 3,750 milhões de moradias já foram entregues desde 2009, o que permite uma ampliação da meta para a terceira etapa, a partir de 2015.Dilma considerou o programa como um recomeço para famílias: “Acho que aqui é um recomeço para muitas famílias que podem olhar o futuro e lembrar o seguinte: agora tem uma moradia. Na hora que colocar a chave na fechadura, abrir a porta e entrar, é isso que vocês têm: um lar a ser construído. E quando tem um lar, também vai ter futuro melhor, vai cuidar melhor das crianças, vão ter uma educação melhor. Aqui vocês vão ter todas essas garantias. Aqui vai ter escola, creche, vai ter todos os equipamentos sociais e na verdade, estão perto de tudo. Fica na verdade no centro do Rio. Por isso, é um recomeço e é também caminho para o futuro."
Residencial Zé Keti tem centro administrativo, centro comunitário, guarita, quadra gramada, playground infantil, área para cultivo de hortas comunitárias, entre outros espaçosOs empreendimentos receberam os nomes de dois compositores do samba carioca, qu
e moravam no bairro, e serão ocupados por famílias desabrigadas por temporais que recebem aluguel social e outras que vivem em estado de vulnerabilidade social ou em áreas insalubres. De acordo com informações do governo estadual, 65% das unidades serão destinadas a famílias cadastradas pela prefeitura, após as chuvas de 2010. Índios que ocupavam a Aldeia Maracanã também devem ser beneficiados, além de famílias da comunidade Sinimbu, que vivem em prédio do governo federal próximo ao Morro da Mangueira; da comunidade do Cajueirinho, próximo à Central do Brasil; e famílias da ocupação Mem de Sá, que sofrem ação de despejo.
O Pajé Tobi Itauna, de 66 anos, da tribo Tupi-guarani do Amazonas, é um dos beneficiados. Ele já rodou o país levando suas ervas medicinais. “Esse apartamento é excelente porque eu não tenho casa mesmo, sou um andarilho. Mas a gente precisa de um espaço que seja uma raiz. E quando meu filhos e minha família vierem, terem lugar para ficar. E também não só a minha etnia. É qualquer parente indígena que vem para o Rio de Janeiro de outros estados do país para fazer faculdade, a trabalho. (…) Então é até um local para ele ficar junto com a gente. Índio com índio.”
As famílias têm renda bruta de até R$ 1,6 mil e tiveram os cadastros aprovados pela CaixaEconômica Federal, financiadora da construção. A área conta com 48 blocos de cinco pavimentos cada um, com 20 apartamentos, e mais dois com 19 apartamentos cada um. Eles têm dois quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço. Os condomínios têm centro administrativo, centro comunitário, guarita, quadra gramada, playground infantil, 200 metros quadrados para o cultivo de hortas comunitárias, entre outros espaços e serviços.
O superintendente regional da Caixa no Rio de Janeiro, José Domingos Martins, acredita que a localização do empreendimento é um grande diferencial do projeto. “O local tinha uma depreciação de todo o entorno daquela região do Centro, e em um processo de revitalização de toda essa região, nós conseguimos incluir também esse projeto.”
* Com informações da Agência Brasil

O "Adeus" de Barbosa!!

Na sua última atuação no plenário do Supremo Tribunal Federal, às vésperas de formalizar a sua aposentadoria, o ministro Joaquim Barbosa vai decidir com o voto de minerva, na sessão plenária desta terça-feira (1/7), se será ou não mantida a atual representação dos deputados por estado na Câmara dos Deputados, com vistas às eleições de outubro próximo.
Depois de muita discussão, nas sessões dos dias 18 e 25 deste mês de junho, a maioria decidiu pela inconstitucionalidade do parágrafo único da Lei Complementar 78/93, que autorizou o Tribunal Superior Eleitoral a definir o número de deputados por bancada estadual. E, consequentemente, da Resolução 23.389/2013 do TSE que ampliou as representações de cinco estados e diminuiu as representações da Paraíba, do Piauí (menos dois deputados), do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Paraná, Pernambuco e Alagoas(menos um cada).
Ficou criado, portanto, um vácuo legal, e a
mesma maioria que decidiu pela inconstitucionalidade da lei complementar e da resolução, pretende aprovar uma “modulação” dos efeitos da decisão do STF, para resolver a seguinte questão: Apesar de declarada inconstitucional fica ainda valendo para as eleições de outubro a nova resolução do TSE, ou fica mantida a atual representação, que se baseou em cálculos do IBGE de 2010?

A Lei Complementar 78/1993 dispõe: "Art. 1º. Proporcional à população dos Estados e do Distrito Federal, o número de deputados federais não ultrapassará 513 representantes, fornecida, pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, no ano anterior às eleições, a atualização estatística demográfica das unidades da Federação.
Parágrafo único. Feitos os cálculos da representação dos Estados e do Distrito Federal, o Tribunal Superior Eleitoral fornecerá aos Tribunais Regionais Eleitorais e aos partidos políticos o número de vagas a serem disputadas”.
A Constituição (artigo 45) estabelece que “o número total de deputados será estabelecido por lei complementar, proporcional à população, procedendo-se aos ajustes necessários, no ano anterior às eleições, para que nenhuma daquelas unidades da Federação tenha menos de oito ou mais de 70 deputados”.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Ex-xerife da CVM é derrotado no STF.

O presidente da Converge Comunicações, Rubens Glasberg, e sua publicação Teletime obtiveram, após 11 anos de processo, vitória no Supremo Tribunal Federal contra uma ação movida pelo ex-presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) Luiz Leonardo Cantidiano. Os julgamentos do Tribunal do Rio de Janeiro foi revertido pelo relator ministro Ricardo Lewandowski, que conheceu e deu provimento ao Recurso Extraordinário interposto por Glasberg.   
No último dia 10, Lewandowski julgou improcedente a ação original. Esta decisão foi confirmada, por unanimidade, em julgamento da Segunda Turma - composta pelos ministros ministros Teori Zavascki (presidente), Celso de Mello, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia - realizado nesta quarta-feira (25). 
A decisão reverte a condenação que havia sido aplicada pela Justiça do Rio de Janeiro, na qual Cantidiano havia entrado com a ação alegando supostos danos morais. Na condenação inicial, de 2005, Rubens Glasberg havia sido condenado originalmente ao pagamento de R$ 50 mil em danos morais, que hoje, em valores atualizados, somariam mais de R$ 100 mil. 
Em 2006, Glasberg recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que manteve a condenação em sentença de 2010. Novo recurso foi então dirigido ao Supremo, baseado no direito constitucional do jornalista de liberdade de expressão e de atividade profissional, ao noticiar conflitos de interesse existentes entre a atividade de Cantidiano como presidente da CVM e sua atuação anterior como advogado e sócio do grupo Opportunity em diversas empresas ligadas a Daniel Dantas, incluindo o Opportuniy Fund, investigado pela Comissão de Valores Mobiliários sob o comando de Cantidiano. 
A decisão do ministro Ricardo Lewandovski observa em sua decisão que "a razão que levou o Tribunal a manter a condenação do recorrente (Rubens Glasberg) teria sido o fato de ele ter se excedido no direito de crítica jornalística. Vale destacar que nem mesmo a veracidade de informações veiculadas pelo recorrente levaram a Corte de origem a afastar a ocorrência do dano moral".
Em seguida, o ministro Lewandowski cita decisão anterior do Supremo, proferida este ano pelo ministro Celso de Mello: "Não caracterizará hipótese de responsabilidade civil a publicação de matéria jornalística cujo conteúdo divulgar observações em caráter mordaz ou irônico ou, então, veicular opiniões em tom de crítica severa, dura ou, até, impiedosa, ainda mais se a pessoa a quem tais observações forem dirigidas ostentar a condição de figura pública, investida, ou não, de autoridade governamental, pois, em tal contexto, a liberdade de crítica qualifica-se como verdadeira excludente anímica, apta a afastar o intuito doloso de ofender”. 
Por fim, o ministro Ricardo Lewandowski reconhece o direito constitucional do jornalista Rubens Glasberg: "Pelos elementos constantes do acórdão recorrido, verifico que a crítica exercida pelo recorrente não transbordou dos limites constitucionais da liberdade de imprensa, ainda que elaborada em tom mordaz ou irônico". fonte: www.jb.com.br
Independente do resultado do processo, você não acha que
esse sistema deveria ser mais eficaz? porque uma demora tao grande? estamos a espera das reformas que vão realmente mudar os rumos dessa nação. Se você está querendo mudanças de fato, lute em favor das reformas. Reforma jà!

terça-feira, 24 de junho de 2014

Tá tudo doido no Rio de Janeiro!

E a coisa continua feia no campo político do Rio de Janeiro, o que era hoje pela manhã não se pode afirmar até o meio dia, menos ainda ás 18 horas. O que aparentemente estava certo se desfaz com muita facilidade.

Até ontem a noite quando fui dormir, Sérgio Cabral do PMDB, era candidato ao senado federal na chapa que apoia Pezão, Carlos Luppi do PDT, candidato a câmara federal na aliança com Pezão PMDB, Jandira Fegalli do Pc do B, candidata ao senado federal em apoio a candidatura de Lindbergh Farias do PT e Cesar Maia do DEM candidato ao governo do Estado.

Acordei e nada do que antes existia, não mais se fazia em perfeito estado de conservação, Cesar Maia do DEM, virou candidato ao senado federal apoiando Pezão PMDB, Jandira Fegalli Pc do B, deixou de ser candidata ao senado para ser candidata a deputada federal, apoiando Lindbergh Farias do PT. Romário do PSB, era o candidato ao senado pela chapa de Lindbergh Farias do PT.

Para fechar a noite ( acho que fechar), Carlos Luppi do PDT, já era candidato ao senado federal, em mais ou menos apoio ao candidato do PMDB. Será que amanhã, ainda teremos candidatos no Rio de Janeiro? estaremos atentos para informar e falar. Alguém está entendendo o que está acontecendo?


sábado, 31 de maio de 2014

Mais um escândalo envolvendo empreiteiras - desta vez a Andrade Gutierrez - causa indignação


Em meio às investigações da Operação Ararath, que apura crimes contra a ordem financeira e lavagem de dinheiro em Mato Grosso, a Polícia Federal afirmou que, de 2009 a 2012, o governo do estado pagou R$ 260,6 milhões à empreiteira Andrade Gutierrez, valor referente às dívidas por obras feitas nos anos 80.


Segundo a Justiça, houve desrespeito à fila de credores em 2009, o que foi negado pela gestão do então governador Blairo Maggi, atual senador pelo PP. Todos os papéis da transação foram apreendidos com o ex-secretário estadual da Fazenda Éder Moraes (PMDB), que comandou a pasta tanto na gestão de Maggi como no atual governo, de Silval Barbosa (PMDB).
Assim que recebeu a garantia do pagamento, a Andrade Gutierrez vendeu os créditos dos precatórios a uma empresa alvo da operação, de acordo com a Folha de S. Paulo. Pelo que estava no contrato, a empreiteira cede parte dos créditos com deságio para a Piran Participações, de Valdir Piran, investigado pela PF, por apenas 54% do valor total.
O caso da Andrade Gutierrez é mais um entre diversos escândalos e suspeitas de irregularidades envolvendo empreiteiras e poder público. O que se pergunta quando vemos mais um episódio deste tipo é: quem é o responsável pela passeatas, a Copa ou a corrupção? E qual será o discurso que o brasileiro quer ouvir dos candidatos: "Não deixarei roubar", que é um pleonasmo e uma obrigação de uma autoridade, ou "Vou mandar prender e vou nominar todos os que estão destruindo a imagem do Brasil"?
Vivemos um momento de protestos de índios, de passeatas com black blocs, de declarações polêmicas de "ronaldos", de escândalos com empreiteiras, de sonegação dos clubes, que não pagam e nunca pagarão a parte do trabalhador (quando isso acontece com qualquer empresa, cabe a prisão, porque é apropriação indébita do patrão do que seria destinado aos empregados)... Com todos este turbilhão que causa indignação, como se não bastasse todos os outros casos que já vieram à tona, o discurso que todo o brasileiro gostaria de ouvir dos candidatos é: "Vamos prender os que roubaram." 
Não importa se o Brasil vai crescer ou não, não importa se teremos mais ou menos delinquentes todos eles produto da falta de emprego, da falta de tudo. A corrupção impede que qualquer autoridade se credencie moralmente ou politicamente para representar este povo sofrido. O país não aguenta mais ver os mesmos homens protagonizando escândalos, homens que são produto da corrupção e que se tornaram miliardários sem nunca terem trabalhado.fonte: www.jb.com.br
Nesse sentido, o que podemos dizer é que precisamos atentar para esse sistema que tem ao longo dos anos de República no Brasil, dilapidado nossa riqueza. 
O capitalismo já nos deu provas suficientes que ele não é e nunca será a solução para retirada de nossas crianças das ruas, solucionar o problema de distribuição de renda, inclusão de grupos historicamente excluídos dentro de nossa sociedade. Precisamos sim, irmos para as ruas, mas, para deixar claro que não aguentamos mais, compra de votos, "jeitinho brasileiro" no serviço público, e uma série de vantagens que as vezes você gosta. Diga não a corrupção!!! 
Vamos para as ruas para dizer não a corrupção e não ao capitalismo que mata nossas crianças, jovens, adultos e nossos idosos. Pense nisso, estamos numa luta de classes.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Quando se cai na real, a conversa sobre a Copa é outra
23 de maio de 2014 | 08:55 Autor: Fernando Brito
Com anos de atraso, a Folha publica hoje um levantamento feito pelos repórteres Gustavo Patu, Dimmi Amora e Filipe Coutinho que, como e diz nas conversas informais, “baixa a bola” dos “gastos absurdos com a Copa do Mundo”.

É o que dá ter raros momentos de jornalismo correto na mídia brasileira, porque não é nenhum “furo”, mas apenas a compilação de dados que são e sempre foram públicos.
A começar pela abertura do texto escrito pelos três:
Mesmo mais altos hoje do que o previsto inicialmente, os investimentos para a Copa representam parcela diminuta dos orçamentos públicos.
Alvos frequentes das manifestações de rua, os gastos e os empréstimos do governo federal, dos Estados e das prefeituras com a Copa somam R$ 25,8 bilhões, segundo as previsões oficiais. O valor equivale a, por exemplo, 9% das despesas públicas anuais em educação, de R$ 280 bilhões.

Em outras palavras, é o suficiente para custear aproximadamente um mês de gastos públicos com a área.
E eles próprios se encarregam de dizer que nem sequer é assim, porque estes gastos diluíram-se pelos últimos sete anos e, sobretudo, porque uma parte (a maior parcela, 32%) é feita com financiamentos de bancos públicos (quase toda do BNDES) e vai retornar. Adiante falarei dela.

Bem, do gráfico publicado, conclui-se que o Governo Federal gastou R$ 5,8 bi diretamente com a Copa: R$ 2,7 bi na modernização e ampliação dos aeroportos, R$ 1,9 em segurança pública – quase tudo equipando, a fundo perdido, as polícias estaduais, R$ 600 mil em portos, R$ 400 mil em telecomunicações  e R$ 200 milhões em gastos diversos.
Aeroportos e portos, além de serem serviços públicos essenciais ao desenvolvimento econômico, geram receitas de tarifas e concessões.
Nenhum tostão, como você vê, em estádios.

Do dinheiro dos estádios, um total de R$ 8 bilhões, perto da metade veio de financiamentos federais, através do BNDES, de duas formas: debêntures e empréstimos.
Debêntures são “letras” financeiras e, no caso do estádio, seus tomadores pagam 6,2%% de juros mais a inflação do período.
No caso dos empréstimos, os tomadores, além de oferecer garantias, têm de pagar  TJLP (taxa de juros de longo prazo), que de 2009 para cá variou entre 6,25% e 5%, mais  1,4% (taxa  BNDES + intermediação financeira), mais risco de crédito (até 4,18%), além da taxa que o o tomador pagará a o banco operar o crédito. No total, portanto, pagam juros muito semelhantes (em geral um pouco maiores, em alguns momentos frações de centésimo menores) que a taxa de juros com que o Governo capta dinheiro no mercado.
Isso quer dizer que não houve empréstimo subsidiado pelo Governo Federal?
Sim, houve,  maiores. E continuam existindo, independente de Copa.
São os recursos para obras de mobilidade urbana que, só nos empreendimentos ligados à Copa, receberam  R$ 4,4 bilhões. Como é isso: o BNDES financia contrando TJLP + 2% no caso de o empréstimo ser tomado por Estados e Municípios ou por TJLP + 1% + risco de crédito de até 4,18% no caso do financiamento ser feito por empresa privada.
Convenhamos que  é uma forma muito mais adequada de o banco usar seus recursos em favor da população do que, como fez em 2002, aplicar R$ 281 milhões (R$ 1 bilhão, hoje, corrigidos pela taxa Selic) na Net, então propriedade dos Marinho (a família mais rica do Brasil), que estava enforcada de dívidas.

No caso dos Estados e Municípios, a grande maioria, boa parte dos gastos vem  das contrapartidas locais para obras de mobilidade (R$ 2,4 bi, ou 41%) e os restantes R$ 3,3 bilhões em gastos diretamente com obras dos estádios e com as do seu entorno (ruas, praças, pátios, passarelas).
Os números insuspeitos publicados pela Folha vêm na mesma linha daquilo que ontem se comentou aqui.

Tirando os gastos imprevistos de três governos estaduais (Sérgio Cabral , com o Maracanã, Agnelo Queiroz, com o Mané Garrinha e Aécio Neves-Anastasia como Mineirão, que começou as obras ainda na gestão do atual candidato do PSDB à Presidência), os outros dois estádios que custaram muito mais do que o inicialmente previsto, o Beira-Rio e o Itaquerão, foram  tocados pela iniciativa privada.

Há uma hidrofobia de direita implantada na mídia e em parte da classe média que eclipsa qualquer capacidade de exame racional dos fatos.
Se eu fosse um obtuso irracional, que não reconhecesse o direito de uma categoria profissional essencialíssima , como a dos professores, poderia dizer que se gastou muito mais que aquele “um mês”  de Educação que a Copa custou com as greves e paralisações (em geral, justas) do magistério.

E isso seria uma apelação, porque eu estaria colocando nos direitos dos professores a “culpa” das nossas históricas carências no setor.
Colocar na Copa a “culpa” pelos problemas da educação, da saúde, da assistência social, da habitação é, igualmente, uma estupidez.
Que só tem um fundamento, embora a maioria dos que fazem isso não o percebam: as eleições.


terça-feira, 13 de maio de 2014

PV se une com PT e Pc do B em aliança de esquerda no Rio de Janeiro.

O senador Lindbergh Farias, anunciou nesta segunda-feira dia 12/05/2014, a aliança com o Partido Verde para as eleições estaduais. Foi anunciado também que o ambientalista Roberto Rocco (PV) será o pré-candidato a vice-governador. Lindberg Farias, tenta a ampliação dessa aliança em torno de sua candidatura e ganhar tempo de rádio e televisão na propaganda eleitoral gratuita. 

Presidenta do diretório estadual do PV, Carla Piranda  não compareceu ao evento por contas de problemas de saúde. Na sexta-feira, ela comandou a reunião do partido que decidiu pela aliança com o PT e o PC do B. Ela foi representada pelo vice, Carlos Sion. 

O próximo alvo da cúpula de PT e PV, além do PC do B, é a atrair o PDT. Os netos do ex-governador Leonel Brizola são simpáticos à ideia, mas o presidente do partido, Carlos Lupi, negocia apoio ao governador Pezão.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Dilma tem 37%, Aécio, 20%, e Campos, 11%, diz Datafolha.

O Instituto Datafolha divulgou nesta sexta-feira uma nova rodada de pesquisa de intenção de voto para presidente da República. A pesquisa publicada pelo jornal Folha de S. Paulo indica que a presidenta Dilma Rousseff (PT) tem 37% das intenções de voto, contra 38% dos demais candidatos somados, o que deixa indefinido o cenário para o segundo turno. O resultado é considerado empate técnico, já que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Em comparação com a última pesquisa, entre os candidatos mais citados, Dilma foi de 38% para 37%, Aécio subiu de 16% para 20% e Campos passou de 10% para 11%. Veja o resultado da pesquisa Datafolha:
Cenário com partidos menores

- Dilma Rousseff (PT): 37% 
- Aécio Neves (PSDB): 20% 
- Eduardo Campos (PSB): 11% 
- Pastor Everaldo (PSC): 3% 
- Eduardo Jorge (PV): 1% 
- José Maria (PSTU): 1% 
- Denise Abreu (PEN): 1% 
- Randolfe Rodrigues (PSOL): 1% 
- Eymael (PSDC): 0% 
- Levy Fidelix (PRTB): 0% 
- Mauro Iasi (PCB): 0% 
- Brancos/nulos/nenhum: 16% 
- Não sabe: 8%

Cenário sem os partidos menores

- Dilma: 41% 
- Aécio: 22% 
- Campos: 14% 
- Brancos/nulos: 16% 
- Não sabe: 7%

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 8 de abril, com 2.844 pessoas entrevistadas, em 174 cidades do país. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00104/2014. fonte: www.odia.com.br

Dia Internacional Contra a Discriminação Racial!

Hoje Dia Internacional contra a Discriminação Racial.  Num momento em que vivemos ataques raciais diários em nosso país e em todo mundo...